O Ser Humano. Ah!o Ser Humano ele é podre. então eu também sou? Ah! O ser humano, é falho, então eu também. O que me resta nessa hora é só pedir ajuda. Como as pessoas são mesquinhas e gostam de
sacanear as outras em troco de que???? De nada da raiva e da revolta. Pois é? Como não poder se revoltar com tudo isso??? Como????Tem horas que da vontade de ir embora, mais pra onde? Onde quer que eu vá o quer que eu faça sempre terá um
sacana. Eu é que tenho que aprender a lidar com essas situações e parar de ver as pessoas com bons olhos. Mais como se eu não fui treinada para isso.
Vou ter que cantar aquela música da
Pitt. Pane só sistema alguém em desconfigurou. Aonde estão meus olhos de robô? As pessoas não pensam em ajudar mais em ajudar as outras e sim em
sacanear as outras. o que elas levam com isso Jesus? Queria tanto ter as respostas mais infelizmente não as tenho. É por isso que eu canto em alto e bom som aquela música do
Gonzaginha eu fico com a pureza das respostas das crianças é a vida é bonita e é bonita.... E COM ESSE TEXTO ME DESPEÇO E ESPERO QUE POSSAMOS SER MAIS HUMANOS DAQUI PARA FRENTE E NÃO ESPERAR AS TRAGÉDIAS MATERIAIS E MORAIS CAÍREM SOBRE NOSSAS CABEÇAS PARA TENTARMOS SER MAIS HUMANOS.
FIQUEM COM DEUS E RECORRER A ORAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO SEMPRE.
O SER HUMANO
Há muito não víamos uma cena como aquela. Logo pela manhã, chegamos a uma cidadezinha que faz parte da região metropolitana de grande capital brasileira.
Paramos em frente ao local do nosso destino e ficamos aguardando a pessoa com quem havíamos marcado compromisso, numa rua sem asfalto e com pouco movimento de carros.
Era a hora em que as pessoas estavam indo para o trabalho, e foi aí que nos demos conta de algo que há muito não via. As pessoas que transitavam, a pé, pela rua, nos dirigiam um fraterno Bom dia!
Ao primeiro cumprimento não respondemos, tal a surpresa, pois as grandes cidades nos tiram a sensibilidade de seres humanos.
Geralmente andamos pelas ruas apinhadas de pessoas, mas umas não olham para as outras e, quando o fazem, é para tomar os devidos cuidados com possíveis assaltantes.
E isso não acontece só nas ruas, onde o número de pedestres é grande, não.
Quando entramos num elevador ficamos sem jeito, sem palavras e, geralmente, olhamos para o teto ou para o chão, com receio de olhar no rosto daquelas pessoas que dividem conosco aquele pequeno espaço.
O que está acontecendo conosco?
Será que estamos perdendo a humanidade para nos tornar autômatos?
Será que estamos perdendo a sensibilidade de olhar, sem medo, nos olhos do nosso semelhante e saudá-lo?
Será que não temos mais a capacidade de desejar um sincero Bom dia a alguém?
O que está acontecendo conosco, afinal?
Às vezes, quando andamos pelas ruas dos grandes centros, notamos que as pessoas circulam apressadas, alheias a tudo, como naqueles filmes de ficção, em que as pessoas foram substituídas por robôs.
Programados para tarefas específicas, esses robôs não têm a sensibilidade dos seres humanos... Não têm coração, têm chips, computadores eficientes, mas não têm calor humano. São frios.
A sensibilidade é atributo dos seres humanos. A fraternidade, a solidariedade, o afeto, a ternura são inerentes à criatura humana.
Quando, naquela manhã, pessoas que nunca havíamos visto antes nos olharam e nos desejaram um sonoro e convicto Bom dia, nos sentimos gente.
Ser gente! Eis do que sentimos falta.
Talvez isso pareça medíocre, para alguns, mas é bom se sentir gente.
Receber de um desconhecido um olhar de afeto, um olhar de encorajamento, faz bem para a alma.
É bom saber que as pessoas notam você e que você as nota, não como supostos bandidos, mas como gente, apenas como gente.
Há tanta falta de atenção de uns para com os outros, nesses tempos de correria em busca de dinheiro e coisas, que nos esquecemos de que somos todos passageiros dessa grande embarcação chamada Terra.
Esquecemos de que somos concidadãos dessa pátria-mãe chamada Brasil.
Por isso tudo, é bom se sentir gente entre pessoas que, como nós mesmos, lutam, sofrem, trabalham e choram....
Pessoas que amam, que sonham, que buscam um lugar ao sol e que desejam ser, simplesmente... gente.
* * *
Saúde as pessoas que cruzam seu caminho: o vizinho, o jardineiro, o ascensorista, serventes, pessoas no elevador.
E se o seu dia amanheceu nublado, se você não está com vontade de saudar ninguém, olhe para as pessoas com fraternidade.
Faça-as sentirem-se gente. Gente como você.
É uma atitude simples, mas tão poderosa que pode levantar o ânimo de alguém, evitar um suicídio, promover, de fato, um bom dia para alguém.
Redação do Momento Espírita. Em 31.12.2009.