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FLORES

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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Especialistas recomendam água de coco para o verão

Especialistas recomendam água de coco para o verão

Os maiores centros de nutrição do país criaram uma lista surpreendente com os melhores alimentos para enfrentar o calor dessa estação.

No verão mais quente dos últimos anos, como ajudar o corpo a se proteger? A receita do bem-estar começa pela mesa. Manter a saúde, com os termômetros em alta, é um desafio. Quais os alimentos que mais podem nos ajudar? O Globo Repórter consultou os maiores centros de nutrição do país, e eles criaram uma lista surpreendente.

Vamos começar pela unanimidade. O alimento mais importante, na verdade, não se come. A água é essencial. Nos dias mais quentes, devemos beber, no mínimo, dois litros.

Mas é na hora de comer que os especialistas revelam a diversidade dos nossos sabores. E não imagine nada complicado. Em sexto lugar, deu empate: o iogurte, grande fonte de cálcio, e a mistura número um da nutrição brasileira, arroz e o feijão. Esta é uma combinação que nunca deve ser esquecida.

Mas que tal mudar a receita? “O feijão fradinho é ótimo para comer como salada. Você já mistura o tomate com a cebola, pode temperar do jeito que quiser. Então, você está com a tua leguminosa, com o hábito alimentar do brasileiro, e você pode comer frio”, afirma a nutricionista Márcia Madeira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Na cozinha de sua própria casa, a doutora em segurança alimentar garante: a salada de feijão frio, fonte riquíssima de proteínas, é uma opção menos arriscada do que uma feijoada.

Os pratos quentes estragam mais rápido no verão. Tanto que 30% dos casos de intoxicação alimentar acontecem nessa estação.

“Se você deixar, em duas horas, a comida quente já corre risco de contaminação, porque a gente está vivendo em uma umidade relativa muito alta e em uma temperatura muito alta. É uma estufa excelente para o crescimento microbiano. Você tem menos risco (com a comida fria), é mais uma vantagem”, sugere a nutricionista Márcia Madeira.

Em quinto lugar, mais um empate: o tomate e a laranja. Mas, se você está pensando naquele suco geladinho, cuidado.

“Se você for tomar como suco, aumenta muito a proporção de calorias nesta porção. Então, é preferível comer a laranja, chupar a laranja e engolir o bagaço. Por conta das fibras, ela ajuda no funcionamento do intestino, além de contribuir com vitaminas e minerais”, aponta a nutricionista Sônia Tucunduva Phillípi, da Universidade de São Paulo (USP).

Em quarto lugar, vem outra fonte de fibras: a alface. A rainha de todos os regimes brilha nas dietas do verão.

“O verão é uma época do ano em que as pessoas querem normalmente emagrecer e querem uma condição de vida boa para poder fazer as suas atividades. Então, eu pensei primeiro que a alface representa este grupo das verduras e é muito leve, muito gostosa de comer”, ressalta Sônia Tucunduva Phillípi.

E o que dizer da saborosa melancia? Ela ficou em terceiro lugar, indicada por um em cada dois cientistas que consultamos. Gelada, ela é um dos símbolos do verão, uma paixão brasileira. E o vermelho forte é fonte de muita saúde.

“Tem uma ação interessante na proteção de algumas membranas, de alguns órgãos importantes. Para os homens, tem a questão da prevenção. O hábito destes alimentos no cotidiano previne doenças graves, como o câncer de próstata”, declara a nutricionista Ana Vládia Bandeira Moreira, da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

“A melancia está no auge da sua safra, está mais doce, é um alimento considerado refrescante pela grande quantidade de água, pela sua quantidade de carboidratos. Então, é uma fruta que une hidratação e energia”, explica o nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O segundo colocado da lista derrubou a proteína preferida do brasileiro. No lugar da carne, ficou o peixe. Indicado por seis das dez universidades consultadas, ele sustenta e não pesa no estômago.

“A maior parte do nosso organismo é feita de proteína, massa muscular. E tem várias reações no organismo que dependem de aminoácidos essenciais. Então, a gente precisa de proteínas. É quando entra o peixe que é de fácil digestão. Então, no verão, ele é bem indicado”, diz a nutricionista Márcia Madeira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Você deve estar se perguntando qual o alimento que ficou em primeiro lugar. Nada mais verão, nada mais tropical, nada melhor do que uma boa água de coco nesta estação quente. O líquido foi indicado por sete dos dez pesquisadores consultados.

“Primeiro, porque ele refresca. Você consome a água de coco gelada. Junto dela, vem o potássio, cálcio e magnésio, e estes minerais são importantes para a saúde humana”, diz o engenheiro de alimentos Fernando Abreu, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Nesse calorão, uma pessoa pode perder até dois litros de água por dia na transpiração, para manter a temperatura do corpo. E no suor não eliminamos apenas água.

“O suor é um pouco salgado, porque tem muito sódio, potássio e magnésio. Então, a água de coco repõe isso. Várias outras frutas, vários outros alimentos também repõem, mas a água de coco é especial, porque ela já vem prontinha”, declara o engenheiro de alimentos da Embrapa.

A água de coco é boa para o coração e outros músculos. Evita as cãibras, como a banana. Mas a água de coco tem uma vantagem: quase nada de gordura e pouquíssimas calorias. Mas ela só é perfeita e completa na embalagem natural.

No laboratório, pesquisadores tentam criar um processo capaz de manter as qualidades originais dessa água milagrosa. Quem imaginaria: até Madonna deve estar interessada nesse trabalho. A rainha do pop diz que não fica sem este gostinho brasileiro, nem nos Estados Unidos. E por lá, a nossa água de coco já está sendo chamada de água da juventude.

LEVAR O AMOR

Que eu leve o amor... A mim, em primeiro lugar.

Que eu leve o amor para dentro de mim e que todo auto-ódio se converta em chance, em nova chance.

Que eu me dê novas chances... De amar de novo, de acertar de novo, de dar ao menos um pequeno passo adiante, afastando-me da estagnação.

Onde houver ódio em mim, que eu leve o amor; não esse amor de plástico, disfarçado de complacência, que mais me engana do que me enobrece.

Que seja um amor maduro, que proclama seguro: Eu sei quem sou! Eu sei quem quero ser!

* * *

Que eu leve o amor... À minha família.

Onde houver ódio em minha família, que eu leve o amor...

Que eu seja a luz, mesmo que pequenina, a iluminar a escuridão dos dias difíceis em meu lar.

Que eu leve o amor aos que sofrem em silêncio e não querem falar de suas mazelas. Que minhas preces e meu sorriso os guarde em paz...

Que eu leve o amor quando seja ofendido, maltratado, menosprezado, esquecido. Que eu lembre de oferecer a outra face do ensino do Cristo.

Que eu leve o amor quando meus filhos sejam ingratos. Que minha ternura não seque tão facilmente.

Que eu leve o amor quando meus pais não me compreendam e não sejam os pais que gostaria de ter.

Que minha compreensão desperte de seu sono e perceba que eles buscam acertar, que buscam dar o melhor de si, embora nem sempre tenham êxito.

São os pais que preciso. São os pais que me amam.

Que eu leve o amor quando o romance esfriar e algumas farpas de gelo me ferirem o coração.

São os espinhos da convivência. Não precisam se transformar em ódio se o amor assim desejar.

Que eu leve o amor... Aos meus inimigos.

Que eu leve o amor mesmo a quem não me tem amor.

Que eu respeite. Que eu compreenda. Que eu não me entregue ao ódio tão facilmente.

Que eu leve o amor aos que me querem mal, evitando aumentar seu ódio com meu revide, com minha altivez.

Que ore por eles. Que lhes peça perdão em prece, mesmo muitas vezes não recordando dos equívocos que macularam seus corações.

Que lhes mostre que ontem errei, mas que hoje estou diferente, renovado, disposto a reconstruir o que destruí.

Que eu leve o amor... A minha sociedade.

Que eu leve o amor aos que não conheço, mas que fazem parte de meu mundo.

Que eu aprenda a chamá-los todos de irmãos...

Que eu leve o amor ao mundo, perfumando a Terra com bons pensamentos, com otimismo, com alegria.

Que eu leve o amor aos viciados em más notícias, aos pessimistas, aos que já se entregaram à derrota.

Que meu amor os faça ver a beleza da vida, das Leis de Deus, do mundo em progresso gerido por Leis de amor maior.

Que eu leve o amor aos carentes, do corpo e da alma. Que meu sorriso seja a lembrança de que ainda há tempo para mudar, para transformar.

Sou agente transformador. Sou agente iluminador. Sou instrumento da paz no mundo.

Que eu leve o amor...

Redação do Momento Espírita.
Em 10.05.2010.

RAZÕES DO MEU VIVER!

RAZÕES DO MEU VIVER!
REENCARNAÇÃO UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA

MUITO OBRIGADA

MUITO OBRIGADA POR VOCÊ VIR ATÉ AQUI E EU PODER COMPARTILHAR COM VOCE UM POUCO DO MEU DIA À DIA!
Quem tem condições

O perfeito entendimento entre as criaturas ainda é raro no mundo.
Os laços de genuína afinidade são tesouros preciosos, a serem carinhosamente mantidos.
Entretanto, não é possível conviver apenas com quem partilha das mesmas ideias.
Nos mais variados setores da existência, os atritos por vezes surgem.
No recesso do lar, irmãos nem sempre se entendem. Pais e filhos têm ideais diferentes.
Esposos frequentemente não encontram um denominador comum na condução dos destinos da família.
No setor profissional, também há criaturas com as quais o relacionamento é trabalhoso e difícil. Nessas horas críticas é que se revela o valor individual.
O primeiro impulso é o de esperar ser compreendido.
As próprias ideias sempre parecem mais acertadas do que as alheias.
As soluções que o próprio coração alvitra costumam se afigurar mais justas do que as propostas pelos outros.
O outro é que deve entender, perdoar e ceder.
Contudo, esse gênero de expectativa não costuma ser atendido.
Se ninguém se dispuser a dar o primeiro passo rumo ao entendimento, um pequeno evento pode tomar proporções desastrosas.
Quanto a quem se esforçará mais e melhor pela paz, a maturidade espiritual dos envolvidos é que decide.
Em qualquer situação, vigora o princípio de que ninguém pode dar o que não tem.
O egoísta, vaidoso e arrogante não consegue exemplificar a humildade e facultar a concórdia.
O pervertido não possui condições íntimas de vivenciar a pureza. Tendo essa realidade em mente, procure analisar como você se comporta em situações de confronto.
Procura perdoar, compreender e auxiliar?
Ou se considera demasiado importante para abdicar de sua posição em favor da paz?
Não se trata de ganhar ou de perder, mas de aprender a respeitar opiniões diferentes.
Mesmo quando sua posição é visivelmente a melhor, há como lutar por ela sem ofender e humilhar.
Se você é cristão, seus deveres perante a humanidade são significativos.
Afinal, você precisa ser o sal da Terra e a luz do mundo.
Entre o cristão sincero e os erros do mundo trava-se há longo tempo um silencioso combate.
Só que esse combate não é sanguinolento, mas se estriba no exemplo e na compaixão.
Se o próximo é difícil, cabe-lhe conquistá-lo e gentilmente esclarecê-lo.
Quem está mais preparado para as renúncias que a harmonia social exige?
O descrente ou o idealista?
Ciente disso, torne-se um agente do bem.
Se a vida lhe oportuniza ser aquele que serve e luta pela paz, significa que você tem condições para tanto.
Não desperdice a oportunidade!

Redação do Momento Espírita.Em 11.05.2009.


O amor não seleciona

Era um casal sem filhos. Os anos se somavam e, por mais tentassem, a gravidez nunca se consumava.

Aderiram a sugestões e buscaram exames mais sofisticados que lhes apontaram, enfim, a total impossibilidade de um dia se tornarem pais dos próprios filhos.

Optaram pela adoção e se inscreveram em um programa do município, ficando à espera.

Certo dia, a notícia chegou inesperada pelo telefone: Temos uma criança. Vocês são os próximos da lista. Venham vê-la.

Rapidamente se deslocaram para o local. Pelo caminho se perguntavam: Como será o bebê? Louro? Cabelos castanhos? Miúdo? Olhos negros? Menino ou menina?

Tal fora a alegria na recepção da notícia, que se haviam esquecido de indagar de detalhes.

Vencida a distância, foram recepcionados pela assistente social que os levou ao berçário e apontou um dos bercinhos.

O que eles puderam ver era uma coisinha miúda embrulhada em um cobertor.

Mas a servidora pública esclareceu: Trata-se de um menino. É importante que vocês o desembrulhem e olhem.

Não sei o que acontece pois vários casais o vieram ver e não o levaram. Se vocês não o quiserem, chamaremos o casal seguinte da lista.

Marido e mulher se olharam, ele segurou a mão dela e falou: Querida, talvez a criança seja deficiente ou enferma. Pense, se fosse nosso filho, se o tivéssemos aguardado nove meses, se ele tivesse sido gerado em seu ventre, alimentado por nossas energias, o amaríamos, não importando como fosse.

Por isso, se Deus nos colocou em seu caminho, ele é para nós e o levaremos, certo?

A emoção tomou conta da jovem. Estreitaram-se num amplexo demorado.

É nosso filho, desde já. Foi a resposta.

A enfermeira lhes trouxe o pequeno embrulho. Era um menino de cor negra. A desnutrição esculpira naquele corpo frágil uma obra esquelética, com as miúdas costelas à mostra.

Levaram-no para casa. A primeira mamada foi emocionante. O garotinho sugou com sofreguidão. Pobre ser! Quanta fome passara. Talvez fosse a primeira vez que bebesse leite.

No transcorrer das semanas, o casal descobriu que o pequeno era um poço de enfermidades complicadas. Meses depois, foi a descoberta de uma deficiência mental.

Na medida em que mais problemas surgiam, mais o amavam.

Já se passaram cinco anos. O garoto, ao influxo do amor, venceu a desnutrição e as enfermidades.

Carrega a deficiência, mas aprendeu a falar, embora com dificuldade e todas as noites, quando se recolhe ao leito, enquanto os pais lhe ensinam a orar ao Senhor Jesus, em gratidão pelo dia vencido, ele abraça, espontâneo a um e outro e diz: Mamãe, papai, amo vocês.

Haverá na Terra recompensa maior do que a que se expressa na espontaneidade de um Espírito reconhecido na inocência da infância?

* * *

O filho deficiente necessita muito dos pais. Todo Espírito que chega ao nosso lar, com deficiência e limitação, necessita do nosso amor para que se recupere e supere a própria dificuldade.

O filho deficiente é sempre compromisso para a existência dos pais.

Amemos, pois, os nossos filhos, sejam eles joias raras de beleza e inteligência ou diamantes brutos, necessitados de lapidação para que se lhes descubra a riqueza oculta.

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