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FLORES

FLORES
FICA SEMPRE UM POUCO DE PERFUME NAS MÃO QUE OFERECEM ROSAS

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ACHO QUE SÓ DEPENDE DE MIM!

Era agosto de 2008. Eu esperava minha mãe em um consultório médico e comecei a pensar na vida: "Que droga! Estou com quase 30 anos, sem namorado e gorda". Naquela hora lembrei de uma amiga que estava em uma cadeira de rodas e, infelizmente, não tinha muitas opções. Mas eu tinha! Ser gorda não era uma fatalidade, era uma escolha. Ali, a ficha caiu: minha felicidade só dependia de mim.

>> Eu vivia em um mundo de mentiras
O efeito sanfona sempre fez parte da minha vida. Mas só perdi totalmente o controle ao entrar na faculdade, em 2003. Em três anos, ganhei 30 kg e fui parar no manequim 62. Você não leu errado...

Foi a pior época da minha vida. Assumi o papel da amiga simpática, estudiosa, que todo mundo adora mas nenhum homem quer. E fingia gostar dessa vida. Mentira: eu só não queria encarar os meus medos. Meu horror ao consumo era um exemplo disso. Preferia vestir as roupas velhas a comprar novas. Me enganava dizendo que vaidade era coisa de gente fútil e que eu tinha mais com o que me preocupar! Por conta desse desleixo, cheguei a ficar sem tomar banho por alguns dias, sem cortar e pentear o cabelo e até sem trocar de roupa.

Também deixei de sair por medo de entalar na catraca do ônibus, de quebrar uma cadeira ou de ouvir grosserias na rua. E o pior: para encontrar diversão, fazia festas no meu quarto, com música e bebidas, só pra mim.

>> Perdi 7 kg nos primeiros 15 dias
Até que, naquele agosto, resolvi encarar a desgraça. Fui até a farmácia e subi na balança: 121 kg para 1,58 m. Aquilo me incentivou a iniciar minha transformação. Troquei o cardápio de casa e criei um blog. Batizei meu diário virtual de "Emagrecendo eu sei que vou conseguir". Registrava meu novo peso a cada 15 dias.

Já na primeira quinzena, perdi 7 kg. Fiquei tão feliz que fui à casa dos meus avós contar a notícia. A minha torcida era grande: família, amigos, vizinhos e colegas de blog. Outra evolução foi a caminhada. Nos primeiros dias, só conseguia ir e voltar da farmácia, a 500 m da minha casa. Dez dias depois, dei uma volta no quarteirão. Com um mês, já fazia 30 minutos de caminhada intensa. Fiz tudo no meu tempo, do meu jeito. Também aprendi a respeitar os limites do meu corpo, sem passar fome. Opa, mas ainda não acabou. Tenho um segredo que me ajudou muito: o gengibre.

Desde que soube que essa raiz tem o poder de queimar a gordura, a incluí no meu cardápio. São dois copos de suco e um pedacinho de gengibre por dia. Adotei a receita e indico para todas as minhas colegas. Faz o maior sucesso no meu blog!

>> Perdi metade de mim
Todo o meu processo durou um ano e quatro meses. Nesse período, perdi 60 kg: metade de mim! Peso 61 kg e desfilo manequim 40. Continuo lutando para manter o peso. E isso é uma batalha diária. Reeduquei minha boca e minha cabeça! Mas surtiu efeito: depois de quatro anos na seca, beijei na boca e estou de namorado novo. Ê, coisa boa!

Coloque o gengibre no seu cardápio

As formas mais comuns de se consumir o gengibre são em pedaço, farinha, chá ou cápsula. Siga as recomendações da nutricionista Francine Schmidt:

Farinha
Corte o gengibre em fatias finas e deixe secando na sombra por uma semana. Depois, bata no liquidificador até virar pó. O ideal é consumir uma colher (sopa) da farinha de gengibre por dia, acrescentando-o aos sucos, iogurtes, frutas, leite ou sobre os alimentos. Essa farinha pode ser conservada em um recipiente fechado por até seis meses.

Chá
Ingredientes: 5 cm de raiz de gengibre + 1/2 litro de água + 4 cravos-da-índia + 1/4 de limão + 1 canela em pau.

Modo de fazer: Prepare um suco de gengibre e limão e coloque em um recipiente. Aqueça 1/2 litro de água e adicione ao preparo de gengibre com todos os outros ingredientes. Deixe o chá em repouso por 10 minutos.

Dica: o gengibre não deve ser fervido, pois perde as suas propriedades. O ideal é consumir no máximo 1/2 litro do chá por dia, após as refeições.

Cápsulas
As cápsulas podem auxiliar na dieta, mas não com o mesmo resultado do gengibre ao natural. O recomendado é tomar 3 cápsulas de 500 mg por dia, uma antes de cada refeição.


Café da manhã
● 1 fatia de pão de fôrma light com manteiga ou requeijão
● 1 copo de leite desnatado com café ou chá
● 1 fatia de mamão

Dica da nutricionista
O café está corretíssimo. Para variar o cardápio, substitua o leite por iogurte desnatado.

Lanche da manhã
● Suco com fruta e gengibre
● 1 fruta ou 1 barrinha de cereais

Dica da nutricionista
Você também pode consumir a barrinha de cereais com o suco ou a fruta com o chá de gengibre.

Almoço
● 3 colheres de arroz
● 1 colher de feijão
● Verdura cozida
● Salada de folhas e tomate
● Carne assada ou cozida

Dica da nutricionista
Opte por arroz integral para aumentar a quantidade de fibras na alimentação e varie os tipos de carne.

Lanche da tarde
● Suco com fruta e gengibre
● 1 fruta ou 1 barrinha de cereais ou 1 iogurte natural

Jantar
● O mesmo do almoço

Dica da nutricionista
Se quiser variar, faça um sanduíche com pão, cenoura, alface, queijo branco, atum ou frango.

A raiz também é poderosa na hora de cuidar da saúde

Da redação
O gengibre ajuda mesmo nas dietas. É que a raiz é capaz de acelerar a queima de calorias. "O gengibre é um alimento termogênico, ou seja, obriga o corpo a gastar energias para digeri-lo", explica Francine Schmidt, nutricionista do site Dieta Light. "Suas propriedades estão mais ativas na raiz fresca, que pode ser usada crua, refogada ou como chá", completa a especialista. Ela recomenda consumir um pedaço de aproximadamente 2 cm, três vezes ao dia. Veja aqui outros poderes da raiz:

Evita náuseas: beba 500 ml de chá em pequenas doses um dia antes de viajar. No dia, mastigue pedaços crus.

É afrodisíaca: a planta melhora a circulação, facilitando a ereção masculina. Nas mulheres, aumenta a irrigação de sangue no clitóris e na vagina, intensificando a sensibilidade no local.

Tem ação anti-inflamatória: use um algodão embebido no chá para limpar feridas ou fazer compressas em regiões doloridas.

Previne males: o gengibre está associado ao combate de diarreia, cólica, artrite, enxaqueca e problemas no coração.


Então tá amanhã além da vergonha na cara, é lógico, junto com o oleo de linhaça e óleo de omega 3, comprarei gengibre e perai GLUCERNA SR, vou ver quanto da essa suruba de medicamentos e dieta + atividade física e vamos ver:

LEVAR O AMOR

Que eu leve o amor... A mim, em primeiro lugar.

Que eu leve o amor para dentro de mim e que todo auto-ódio se converta em chance, em nova chance.

Que eu me dê novas chances... De amar de novo, de acertar de novo, de dar ao menos um pequeno passo adiante, afastando-me da estagnação.

Onde houver ódio em mim, que eu leve o amor; não esse amor de plástico, disfarçado de complacência, que mais me engana do que me enobrece.

Que seja um amor maduro, que proclama seguro: Eu sei quem sou! Eu sei quem quero ser!

* * *

Que eu leve o amor... À minha família.

Onde houver ódio em minha família, que eu leve o amor...

Que eu seja a luz, mesmo que pequenina, a iluminar a escuridão dos dias difíceis em meu lar.

Que eu leve o amor aos que sofrem em silêncio e não querem falar de suas mazelas. Que minhas preces e meu sorriso os guarde em paz...

Que eu leve o amor quando seja ofendido, maltratado, menosprezado, esquecido. Que eu lembre de oferecer a outra face do ensino do Cristo.

Que eu leve o amor quando meus filhos sejam ingratos. Que minha ternura não seque tão facilmente.

Que eu leve o amor quando meus pais não me compreendam e não sejam os pais que gostaria de ter.

Que minha compreensão desperte de seu sono e perceba que eles buscam acertar, que buscam dar o melhor de si, embora nem sempre tenham êxito.

São os pais que preciso. São os pais que me amam.

Que eu leve o amor quando o romance esfriar e algumas farpas de gelo me ferirem o coração.

São os espinhos da convivência. Não precisam se transformar em ódio se o amor assim desejar.

Que eu leve o amor... Aos meus inimigos.

Que eu leve o amor mesmo a quem não me tem amor.

Que eu respeite. Que eu compreenda. Que eu não me entregue ao ódio tão facilmente.

Que eu leve o amor aos que me querem mal, evitando aumentar seu ódio com meu revide, com minha altivez.

Que ore por eles. Que lhes peça perdão em prece, mesmo muitas vezes não recordando dos equívocos que macularam seus corações.

Que lhes mostre que ontem errei, mas que hoje estou diferente, renovado, disposto a reconstruir o que destruí.

Que eu leve o amor... A minha sociedade.

Que eu leve o amor aos que não conheço, mas que fazem parte de meu mundo.

Que eu aprenda a chamá-los todos de irmãos...

Que eu leve o amor ao mundo, perfumando a Terra com bons pensamentos, com otimismo, com alegria.

Que eu leve o amor aos viciados em más notícias, aos pessimistas, aos que já se entregaram à derrota.

Que meu amor os faça ver a beleza da vida, das Leis de Deus, do mundo em progresso gerido por Leis de amor maior.

Que eu leve o amor aos carentes, do corpo e da alma. Que meu sorriso seja a lembrança de que ainda há tempo para mudar, para transformar.

Sou agente transformador. Sou agente iluminador. Sou instrumento da paz no mundo.

Que eu leve o amor...

Redação do Momento Espírita.
Em 10.05.2010.

RAZÕES DO MEU VIVER!

RAZÕES DO MEU VIVER!
REENCARNAÇÃO UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA

MUITO OBRIGADA

MUITO OBRIGADA POR VOCÊ VIR ATÉ AQUI E EU PODER COMPARTILHAR COM VOCE UM POUCO DO MEU DIA À DIA!
Quem tem condições

O perfeito entendimento entre as criaturas ainda é raro no mundo.
Os laços de genuína afinidade são tesouros preciosos, a serem carinhosamente mantidos.
Entretanto, não é possível conviver apenas com quem partilha das mesmas ideias.
Nos mais variados setores da existência, os atritos por vezes surgem.
No recesso do lar, irmãos nem sempre se entendem. Pais e filhos têm ideais diferentes.
Esposos frequentemente não encontram um denominador comum na condução dos destinos da família.
No setor profissional, também há criaturas com as quais o relacionamento é trabalhoso e difícil. Nessas horas críticas é que se revela o valor individual.
O primeiro impulso é o de esperar ser compreendido.
As próprias ideias sempre parecem mais acertadas do que as alheias.
As soluções que o próprio coração alvitra costumam se afigurar mais justas do que as propostas pelos outros.
O outro é que deve entender, perdoar e ceder.
Contudo, esse gênero de expectativa não costuma ser atendido.
Se ninguém se dispuser a dar o primeiro passo rumo ao entendimento, um pequeno evento pode tomar proporções desastrosas.
Quanto a quem se esforçará mais e melhor pela paz, a maturidade espiritual dos envolvidos é que decide.
Em qualquer situação, vigora o princípio de que ninguém pode dar o que não tem.
O egoísta, vaidoso e arrogante não consegue exemplificar a humildade e facultar a concórdia.
O pervertido não possui condições íntimas de vivenciar a pureza. Tendo essa realidade em mente, procure analisar como você se comporta em situações de confronto.
Procura perdoar, compreender e auxiliar?
Ou se considera demasiado importante para abdicar de sua posição em favor da paz?
Não se trata de ganhar ou de perder, mas de aprender a respeitar opiniões diferentes.
Mesmo quando sua posição é visivelmente a melhor, há como lutar por ela sem ofender e humilhar.
Se você é cristão, seus deveres perante a humanidade são significativos.
Afinal, você precisa ser o sal da Terra e a luz do mundo.
Entre o cristão sincero e os erros do mundo trava-se há longo tempo um silencioso combate.
Só que esse combate não é sanguinolento, mas se estriba no exemplo e na compaixão.
Se o próximo é difícil, cabe-lhe conquistá-lo e gentilmente esclarecê-lo.
Quem está mais preparado para as renúncias que a harmonia social exige?
O descrente ou o idealista?
Ciente disso, torne-se um agente do bem.
Se a vida lhe oportuniza ser aquele que serve e luta pela paz, significa que você tem condições para tanto.
Não desperdice a oportunidade!

Redação do Momento Espírita.Em 11.05.2009.


O amor não seleciona

Era um casal sem filhos. Os anos se somavam e, por mais tentassem, a gravidez nunca se consumava.

Aderiram a sugestões e buscaram exames mais sofisticados que lhes apontaram, enfim, a total impossibilidade de um dia se tornarem pais dos próprios filhos.

Optaram pela adoção e se inscreveram em um programa do município, ficando à espera.

Certo dia, a notícia chegou inesperada pelo telefone: Temos uma criança. Vocês são os próximos da lista. Venham vê-la.

Rapidamente se deslocaram para o local. Pelo caminho se perguntavam: Como será o bebê? Louro? Cabelos castanhos? Miúdo? Olhos negros? Menino ou menina?

Tal fora a alegria na recepção da notícia, que se haviam esquecido de indagar de detalhes.

Vencida a distância, foram recepcionados pela assistente social que os levou ao berçário e apontou um dos bercinhos.

O que eles puderam ver era uma coisinha miúda embrulhada em um cobertor.

Mas a servidora pública esclareceu: Trata-se de um menino. É importante que vocês o desembrulhem e olhem.

Não sei o que acontece pois vários casais o vieram ver e não o levaram. Se vocês não o quiserem, chamaremos o casal seguinte da lista.

Marido e mulher se olharam, ele segurou a mão dela e falou: Querida, talvez a criança seja deficiente ou enferma. Pense, se fosse nosso filho, se o tivéssemos aguardado nove meses, se ele tivesse sido gerado em seu ventre, alimentado por nossas energias, o amaríamos, não importando como fosse.

Por isso, se Deus nos colocou em seu caminho, ele é para nós e o levaremos, certo?

A emoção tomou conta da jovem. Estreitaram-se num amplexo demorado.

É nosso filho, desde já. Foi a resposta.

A enfermeira lhes trouxe o pequeno embrulho. Era um menino de cor negra. A desnutrição esculpira naquele corpo frágil uma obra esquelética, com as miúdas costelas à mostra.

Levaram-no para casa. A primeira mamada foi emocionante. O garotinho sugou com sofreguidão. Pobre ser! Quanta fome passara. Talvez fosse a primeira vez que bebesse leite.

No transcorrer das semanas, o casal descobriu que o pequeno era um poço de enfermidades complicadas. Meses depois, foi a descoberta de uma deficiência mental.

Na medida em que mais problemas surgiam, mais o amavam.

Já se passaram cinco anos. O garoto, ao influxo do amor, venceu a desnutrição e as enfermidades.

Carrega a deficiência, mas aprendeu a falar, embora com dificuldade e todas as noites, quando se recolhe ao leito, enquanto os pais lhe ensinam a orar ao Senhor Jesus, em gratidão pelo dia vencido, ele abraça, espontâneo a um e outro e diz: Mamãe, papai, amo vocês.

Haverá na Terra recompensa maior do que a que se expressa na espontaneidade de um Espírito reconhecido na inocência da infância?

* * *

O filho deficiente necessita muito dos pais. Todo Espírito que chega ao nosso lar, com deficiência e limitação, necessita do nosso amor para que se recupere e supere a própria dificuldade.

O filho deficiente é sempre compromisso para a existência dos pais.

Amemos, pois, os nossos filhos, sejam eles joias raras de beleza e inteligência ou diamantes brutos, necessitados de lapidação para que se lhes descubra a riqueza oculta.

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